Laboratório e Coletas

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Passos básicos para confecção de um esfregaço e sanguíneo

Passos básicos para confecção de um esfregaço e sanguíneo

O esfregaço sanguíneo é amplamente utilizado para pesquisa de hemoparasitos, tais como: Anaplasmose, Babesiose, Filariose, Erliquiose ente outros. Também é importante para verificar as características morfológicas dos eritrócitos, contagem diferencial de leucócitos e de contagem de plaquetas por campo.

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Para a realização deste exame é necessário colher sangue e seguir os seguintes passos:

– Manter a lâmina horizontalmente entre o polegar e o indicador
– Colocar uma pequena gota de sangue na extremidade da lâmina
– Com uma segunda lâmina (extensora) colocar o seu rebordo livre contra a superfície da primeira, em frente à gota de sangue, formando um ângulo de 45º
– Realizar um movimento para trás de modo que entre em contato com a gota de sangue, pressionando-a até que a gota se espalhe por toda a borda da lâmina
– Impelir a lâmina, guardando sempre o mesmo ângulo, em um só movimento, firme e uniforme, sem separar uma lâmina da outra. Forma-se então uma delgada camada de sangue
– Secar rapidamente ao ar, e enviar em porta-lâminas fornecidos pelo Laboratorio

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OSERVAÇÕES:

– É conveniente fazer, pelo menos, três esfregaços
– O esfregaço deve ser feito com sangue recém colhido sem anticoagulante.
– A lâmina tem que estar limpa e desengordurada
– A gota de sangue não deve ser muito grande. Quanto maior for a gota, mais espesso será o esfregaço, dificultando a análise
– A distensão deve ser feita rapidamente, antes que comece a coagulação
– O esfregaço não deve cobrir toda a lâmina, devendo apresentar cauda ou franja
– O aspecto da distensão deve ser liso e nivelado, sem ondulações, poros ou saliências.
– A identificação pode ser feita diretamente na lâmina a lápis ou em etiquetas de papel.
– Os esfregaços não devem ser deixados expostos sem proteção, evitando o contato dos mesmos com poeira, insetos e impressões digitais.

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Colheita de sangue

Local indicado para coleta de sangue nos animais domésticos:

Eqüinos, bovinos, ovinos, caprinos: veia jugular

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Caninos e felinos: veia jugular, cefálica, femoral ou sanefas

 

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Suínos: veia mamária, jugular e marginal da orelha;

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Aves: veia braquial e jugular

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Coelhos: marginal da orelha, cardíaca.

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Passos básicos para uma boa colheita de sangue
– Verificar sempre, antes da coleta, a necessidade ou não de anticoagulante e o anticoagulante a ser utilizado;
– Verifique sempre o volume recomendado de material, para realização de cada exame e procure enviar ema quantidade maior que a necessária, para possíveis repetições ou transtorno no transporte;
– Sempre que necessário depilar a região;
– Realizar assepsia local;
– Fazer garrote ou pressionar com o dedo sobre o vaso sangüíneo que vai ser puncionado. Este garrote não deve demorar;
– Introduzir com firmeza a agulha na pele e depois no vaso sangüíneo. Deve-se tomar cuidado para não estourar a veia levando a formação de hematoma. Imediatamente após penetrar a agulha no vaso deve-se retirar o garrote e aspirar o sangue;
– Retirar a agulha e pressionar com algodão embebido em anti-séptico;
– A manipulação e o acondicionamento do sangue de acordo com o tipo de exame que vai ser feito;
– Realizar a identificação do material coletado.

 

ATENÇÃO:

A “ordem de coleta” recomenda segundo a NCCLS (National Committee for Clinical Laboratory Standard), quando há necessidade de se coletar várias amostras de um mesmo paciente, durante uma mesma punção é a seguinte:

– Tubo para hemocultura (quando houver)
– Tubo sem aditivo (soro)
– Tubo com citrato (coagulação)
– Tubo com heparina (para plasma)
– Tubo com EDTA (hematologia)
– Tubo com fluoreto de sódio (glicemia)

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